quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Toire no Kamisama (by Kana Uemura)

Traduzindo o título deste post: Deusa do toalete


É uma música que tocou no famoso "Kouhaku uta gassen" que passa no início do ano no canal japonês, NHK.

Essa música, tomei conhecimento através do meu irmão que me enviou o link do Youtube.

O link está aqui >>> http://www.youtube.com/watch?v=Z2VoEN1iooE

A letra da música eu coloco aqui em baixo, e mais em baixo coloco a tradução. Chorei, chorei, ao ouvir a música. Lembranças da minha vó.

Um dia, minha mãe brigou comigo, não lembro o motivo, mas no final ela lançou uma pergunta: Preferes morar em casa ou na casa da vó? E respondi sem pensar muito: Na casa da vovó...

Eu tinha uns 5 anos, eu acho.

Assim, fui expulso de casa. Fui andando até a casa da minha vó, distante uns 30 minutos. Passei o dia inteiro lá. E ao escurecer, minha vó, que não sabia nada do porquê eu estar lá, preocupada, perguntou se eu não ia voltar pra casa pois ia deixar os pais preocupados. E eu falei que já ia embora... E como eu ia voltar pra casa? Depois de algum tempo, meu pai chegou pra me buscar me levando pra casa. Não lembro se minha mãe falou algo quando me viu chegar em casa. :)


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Toire no Kamisama (by Uemura Kana)

Shou san no koro kara naze da ka
Obaachan to kurashiteta
Jikka no tonari datta kedo
Obaachan to kurashiteta

Mainichi otetsudai o shite
Gomoku narabe mo shita
Demo toire souji dake nigate na watashi ni
Obaachan ga kou itta

*Toire ni wa sore wa sore wa kirei na
Megami sama ga irun ya de
Dakara mainichi kirei ni shitara
Megami sama mitai ni
Beppin san ni narerun ya de

Sono hi kara watashi wa toire wo
Pika pika ni shi hajimeta
Beppin san ni zettai naritakute
Mainichi migaiteta

Kaimono ni dekaketa toki ni wa
Futari de kamonanba tabeta
Shinki geki rokuga shisokoneta obaachan wo
Naite semetari mo shita
Repete*

Sukoshi otona ni natta watashi wa
Obaachan to butsukatta
Kazoku to mou umaku yarenakute
Ibasho ga nakunatta

Yasumi no hi mo ie ni kaerazu
Kareshi to asondari shita
Gomoku narabe mo kamonanba mo
Futari no aida kara kietetta

Doushite darou hito wa hito wo kizutsuke
Taisetsu na mono nakushiteku
Itsumo mikata wo shite kureteta obaachan nokoshite
Hitori kiri ie hanareta

Joukyou shite ninen ga sugite
Obaachan ga nyuuin shita
Yasete hosoku natte shimatta
Obaachan ni ai ni itta

"Obaachan, tadaima!" tte waza to
Mukashi mitai ni itte mita kedo
Chotto hanashi tadake datta no ni
"Mou okaeri." tte byoushitsu wo dasareta

Tsugi no hi no asa obaachan wa
Shizuka ni nemuri ni tsuita
Maru de maru de watashi ga kuru no wo
Matte ite kureta you ni

Chanto sodatete kureta no ni
Ongaeshi mo shitenai no ni
Ii mago ja nakatta no ni
Konna watashi wo mattete kuretan ya ne

Toire ni wa sore wa sore wa kirei na
Megami sama ga irun ya de
Obaachan ga kureta kotoba wa kyou no watashi wo
Beppin san ni shite kureteru ka na
Repete *

Kitate no ii oyome san ni naru no ga
Yume datta watashi wa
Kyou mo sesseto toire wo
Pika pika ni suru

Obaachan obaachan arigatou
Obaachan honma ni arigatou

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Deusa do toalete (de Kana Uemura)

Não sei por qual motivo, desde a 3a série
Passei a morar com minha vó
Era bem ao lado da minha terra natal, mas
Passei a morar com minha vó

Eu a ajudava todos os dias
E até brincava com ela de “Gomoku narabe”
Mas, pra mim, que não conseguia limpar o toalete
A minha vó disse assim:

No toalete mora uma linda, linda Deusa

Por isso, se limpar todos os dias, você vai ficar linda como a Deusa



A partir daquele dia, eu passei a limpar bem o toalete

Como eu queria ficar linda de todo jeito
Limpava todos os dias

Quando saíamos para fazer compras
Nós duas comíamos “kamonanba”
A vovó não conseguiu gravar uma peça teatral de comédia
Chorando, eu reclamei a ela


Eu, que cresci um pouco,
Comecei a bater de frente com a vovó
Como não conseguia me dar bem nem com os familiares
Fiquei sem lugar pra ficar

Durante as férias, não voltava pra casa
Fiquei me divertindo com o namorado
O jogo “Gomoku narabe” e o “kamonanba”
Foi desaparecendo das nossas vidas

Por que as pessoas machucam as outras?
Vai-se perdendo as coisas importantes...
Abandonei a minha vó que sempre foi minha aliada
E me afastei de casa sozinha

Depois de 2 anos que voltei à cidade
A vovó se internou
Ela emagreceu bastante
E eu fui visitá-la no hospital

Cumprimentei-a que nem antigamente “Vovó, cheguei!”

Conversamos muito pouco,
Mas a vovó disse pra eu ir embora e me botou pra fora

Na manhã do dia seguinte, a minha vó
Silenciosamente fechou os olhos
É como se ela estive apenas me esperando para se despedir


Ela me criou direitinho,
Não pude retribuir ao que ela me fez
Nem fui uma boa neta
E mesmo eu sendo desse jeito, ela me esperou

No toalete, está lá uma linda linda Deusa

As palavras que a minha vó me falou, será que me fez linda também?



Eu tinha um sonho de me tornar uma boa esposa

E hoje também continuo limpando bem o toalete


Vovó... vovó... obrigada
Vovó... obrigada de coração

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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Chocolate Nestlé

Olá a todos, bom dia.

No sábado, antes do domingo de Páscoa, estávamos passeando pelas ruas de Manaus. Paramos num sinal perto do salão Elegance. Uma menina, acho que devia ter uns 11 anos, andando no meio dos carros oferecendo acho que um coelho inflável daqueles que aperta e faz "fó-fi-fó-fi" : )

Ainda era de dia. Apesar de não ser uma cena tão boa, de ver crianças "trabalhando", uma pessoa transformou essa cena.

A menina já tinha passado por nós e já estava lá atrás. O carro do lado buzinou e eu pensei: "Ôpa! Venda a vista! Vão comprar o coelhinho!". A menina voltou correndo, recebeu algo, e saiu com sorriso no rosto, saltitando, cheio de alegria... Tentei ver o que ela tinha recebido: um chocolate Nestlé em mãos e saltitando feliz da vida.

Parabéns a essa pessoa que teve essa idéia de proporcionar felicidade.

E obrigado pela cena linda que vimos.

Abraços.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

13 anos!

No dia 01/11/2009 antes do almoço...

Jun: - Lê logo a oração!
Yuri: - Não, é pra tu ler...
Jun: - Yuri, é pra tu ler porque é teu aniversário hoje! E vê se lê bonito!

E começou a ler as bem aventuranças da Bíblia que a vó dele entregou.

1. Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
2. Bem aventurados os mansos, porque possuirão a terra.
3. Bem aventurados os que choram, porque serão consolados.
4. Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
5. Bem aventurados os que são misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
6. Bem aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
7. Bem aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus.
8. Bem aventurados os que sofrem perseguição por amor à justiça, porque deles é o reino dos céus. (Mt 5, 1-10).

Assim que terminou, a vó dele tomou a palavra e começou a agradecer o nascimento dele, a abençoá-lo por estar completando mais um ano de vida, por estar no meio de nós.

Eu não sou tão de me comover com algo... mas nessa hora eu já tava quase chorando. Acho que por causa das palavras da dona Tatá agradecendo pela vida do Yuri.

Ao olhar pro Yuri, percebi que ele estava com os olhos vermelhos tipo aguentando para não chorar também...

E logo depois que ela disse "Amém", todos começaram a cantar... "Parabéns pra você, nesta data querida...", nessa hora, a emoção que já estava no ar se espalhou mais ainda e foi cair direto nas lágrimas que o Yuri derramou, e que provocou lágrimas em várias pessoas que estavam lá também.

E ficou lá chorando por vários minutos ainda recebendo as felicitações e abraços de todos...

Eu não estava com a Nikon nessa hora e perdi a oportunidade de registrar esse momento. Foi um momento muito bonito marcado no coração de todos e principalmente no do Yuri...

Yuri, parabéns pelos 13 anos! : )


PS: Tem uma observação do Yuri que vou deixar pra escrever num outro post.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Tan-tan???

Um dia desses eu tava voltando pra casa e percebi que tinha subido uma moça meio fora dos padrões normais no busão que eu estava.

Ela estava meio suja, com roupa velha, cabelo curto todo enrolado (não sei se era por causa da falta de banho ou se ela já tinha nascido assim ao chegar ao mundo), e em pé se apoioando numa cadeira e se segurando pra não cair nas freadas que o motorista dava de supetão pra "acordar" o povo que estava cansado indo pras suas casas.

Ela chamou atenção, não só minha, mas de todos os passageiros, pois falava sozinha e em linguagem incompreensível. Sabe tipo resmungando, não abrindo a boca pra falar direito, com preguiça, arrastado, etc. Não sei se era alguma língua estrangeira, mas eu sei que não era nem japonês, nem inglês, e nem linguagem de Tomé-Açu, minha terra natal :) :)


Falando em gente que fala sozinho, me lembrei do "Tá bola aí". Ele ia todo dia tomar água na torneira que ficava fora do apartamento que morávamos. Um prédio pequeno com 2 andares e 4 apartamentos. Mas, ô maldade que eu e o meu irmão fazia com ele... A gente morava no 2º andar do prédio. E quando ele vinha colocar água na latinha dele pra tomar, a gente jogava pedra, areia, barro pra sujar... coisa de moleque. :) E ele não sabia quem estava jogando e gritava "Tá bola aí" aos ventos. Pelo menos, era isso que a gente entendia ele falar. E acabou virando o "nome" dele.

Bom, voltando ao assunto da moça que falava sozinha. O que mais me chamou atenção, é que ela balbuciava sozinha e vira e mexe ria também, soltava gargalhadas.

Eu não quis muito encará-la pra ela não querer falar algo comigo ou se chegar a mim. Mas o resto da viagem eu estava atenta a essa "marmota" que ela estava fazendo. Parecia que ela falava com alguém, um amigo imaginário na cabeça dela, e conversava altos papos. E ria, e ria, e ria sem parar. Me dava vontade de rir junto. Não rindo de deboche dela. Mas, eu sei que riso contagia, e deu vontade de ficar rindo junto com ela, mesmo sem entender patavina do que ela falava. Me deu vontade de ter poderes especiais, entrar na cabeça dela e saber com quem ela falava e o que ela falava e o que a fazia rir daquele jeito.

Aparentemente, ela era tipo uma "tan-tan", "não regula bem", esses nomes que dão por aí das pessoas fora do comum. Mas pensando bem, tem muita gente aparentemente "normal" mas que não tem essa alegria dentro de si. E vive por dias aparentando "normal", mas com tristeza no coração.

Acho que se me perguntassem se eu queria ser a moça "tan-tan" ou um normal meio triste, preferia estar na pele da moça "tan-tan" e ter uma super alegria dentro de mim. É claro que é melhor ser normal com alegria, mas às vezes, eu sei, é difícil no mundo de hoje ver gente assim.

Enquanto isso, na bat-caverna, vamos todos, nos seus respectivos jeitos e modos, colocar alegria no coração e extravasar. :)

Um grande abraço a todos.

E Deus, obrigado por esta cena, e por todas as coisas que acontecem na minha vida.

terça-feira, 23 de junho de 2009

18 pets de refrigerante

Foi de manhã cedo... O Leon me deixou numa rua não tão próximo do trabalho, mas foi porque eu mesmo falei pra me deixar lá pra não atrapalhar o rumo dele. Já pensou um carona exigente? Eu não sou assim. :) :)

O sol ainda não estava escaldante, e o povo daqui de Manaus que confirme, quando tá quente, tá quente mesmo!

Bom, eu estava andando rumo ao trabalho. Vi um senhor de meia-idade aparentando uns 50 anos carregando as compras. Na verdade, um monte de sacolas. Eu olhei a dificuldade com que ele andava com aquele peso todo e vi que eram pets de refrigerante. Contei rapidinho e tinha uns 18 pets lá dividido em umas 6 sacolas de supermercado. Eu o vi carregando com dificuldade e olha só... eu pensei em ajudar. Não sabia sequer o rumo dele, mas eu ia ajudar até onde fosse possível e não me tirar do caminho do meu trabalho. Isso ainda estava só no pensamento.

Aí o homem parou, colocou as sacolas no chão para se ajeitar. Acho que o peso das sacolas estava machucando as mãos... De vez em quando eu ando com sacolas assim e sei como é ruim isso. Esse seria o momento certo de oferecer ajuda... mas ôpa... o que houve? Eu passei direto por ele e fui caminhando. O meu outro pensamento falava assim: "Jun, mas e aí... tu vais ajudar o senhor e poderás suar e molhar a camisa...". Pensando assim, eu fui passando reto fingindo nem ter visto.

Mas aí... a consciência é uma coisa engraçada. Fui caminhando mas o pensamento no homem (no bom sentido). E a consciência buzinando na minha mente: "Piiii, piiii, ajuda, ajuda, ajuda!". E eu levando bronca de mim mesmo: "Esse é o Jun que eu conheço? Cadê? Deixa de ser abestado e ofereça ajuda agora!"

Depois de uns 100 metros, parei. Pra não ficar feio ou chato, eu parei, olhei o trânsito e tipo "fazendo que percebeu" o homem com as sacolas, ofereci ajuda. Fiquei em paz comigo mesmo.

Fomos caminhando sem falar muita coisa, só comentando sobre a cheia do rio Amazonas. Caminhamos mais ou menos uns 300 metros em parceria até a parada de ônibus. Foi quando ele me agradeceu a ajuda e seguiu viagem.

E eu agradeci a Deus pela oportunidade que ele me mandou para testar o meu ser.

Muito obrigado.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Esse é o Geberson

Esse é o Geberson, irmão da Selma, esposo da Sâmara, pai do Cadú, filho da Tatá e do Vivaldo.

Ontem tínhamos sido convidados para um churrasco de "re-despedida" da Paty (prima da Selma) que tinha ido alçar vôos maiores pro exterior há uns anos aí. Conheceu o Brian lá no exterior, casou lá e vieram pra Manaus fazer uma visita e casar no religioso.

O Brian, que se casou com a Paty, acho que é dinamarquês, pelo menos, moram na Dinamarca. Tudo bem que isso não quer dizer que seja dinamarquês. :) :)

E em geral, como o Brian não sabe falar o português, ou ele fica a mercê das traduções da Paty, ou ele fica quietinho, ou ele tenta entender o que falam pra ele...

E ontem ele estava lá quieto, prestando atenção ao ambiente, vendo as animações do pessoal, algumas pessoas falando algo pra ele, e o Geberson assando o churrasco.

Depois que o Geberson terminou a função de assador oficial, foi se sentar com o Brian e começou a puxar papo com ele. O Geberson, não sei se terminou algum curso de inglês ou se ele é um curioso que se vira pra aprender a falar o idioma inglês. De acordo com a Selma, antigamente ele vinha pro Porto pra praticar o inglês, abordar um estrangeiro e puxar conversa pra treinar.

Eu terminei um curso completo de inglês de 5 anos, entendo o que falam razoavelmente, mas não falo fluente por falta de prática. Mas eu vi que esses 5 anos, parece que não fizeram muita diferença... a não ser gastar o dinheiro dos meus pais...

Eu ficava olhando o Geberson se virando para encontrar as palavras, gesticulando, enfim, fazendo de tudo para o Brian entender o assunto e se entrosar.

Vi que, mais que o diploma, vale a iniciativa de chegar lá, sentar-se, e a boa vontade de querer fazer o Brian se entreter na churrascada que foi oferecida a ele e à Paty. Mesmo atropelando algumas palavras no "English".

Parabéns Geberson pela atitude, que eu sei que é o seu natural do dia-a-dia.

E tome mais coisas pra eu melhorar... :)

Abraços a todos.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Oportunidades da vida

Olá pessoal, bom dia!

Assisti a um filme chamado "A volta do todo poderoso".

Teve uma parte bem marcante que achei legal e que, de fato, acho que é assim que as coisas acontecem na nossa vida.

A esposa do Evan Baxter (o que faz o papel de Noé) o abandonou por causa da loucura dele de ter que construir a Arca de Noé porque Deus tinha pedido.

Já fora de casa, ela estava com os filhos numa lanchonete. E os outros clientes da lanchonete, assistindo à notícia sobre essa loucura da construção da Arca, ficaram debochando e fazendo pouco disso.

Ela é abordada por um garçon (o ator que faz papel de Deus) que pergunta se está tudo bem com ela. A princípio ela diz que está tudo bem, mas logo depois desmente e diz que não está nada bem. Então, ela conta da loucura do marido e que a situação não andava bem entre eles. Aí é o lance legal que achei quando Ele fala assim pra ela:

- Se alguém rezar pedindo paciência, acha que Deus dará paciência? Ou Deus dará a oportunidade de ser paciente?
- Se pedimos coragem, Deus dá coragem? Ou nos dá a oportunidade de sermos corajosos?
- Se alguém pede que a familia seja mais unida, acha que Deus une a familia com amor e alegria? Ou dá a eles a oportunidade de se amarem?

Dito isso ele some e o filme segue adiante.

Fez eu pensar que na vida, deve ser assim mesmo que acontece. As oportunidades surgem para nos fazer crescer. Lembro que, um dia, eu falei pra uma amiga que não existiam pessoas más. Mas que existiam pessoas que aparentemente se manifestavam de uma forma má. No fundo, no fundo, Deus mandava aquelas pessoas pra fazer você crescer mais e mais espiritualmente. E é legal quando você tenta, pelo menos, compreender isso. Eu sei que na prática é difícil aceitar isso.

Já pensou? Uma pessoa querendo puxar seu tapete e você tentar imaginar a mão de Deus naquela atitude daquela pessoa. E Deus dizendo nas entrelinhas: "Eu quero que você aprenda alguma lição com essa pessoa que estou lhe enviando e quero que com isso, você cresça espiritualmente". É difícil, mas acho que a Vida é desse jeito...

Um abraço a todos!